A GRANDE CHANCE DE VOCÊ SABER COMO NÃO FICAR COM A BOLHA IMOBILIÁRIA!

Hoje o grande assunto do setor de imóveis, e se devemos investir ou não em 2015, devido as discrepâncias dos valores  do ano de 2014.

Pelo que observamos nos anos anteriores, foi um grande alvoroço no mercado de imóveis no Brasil devido vários fatores, trazendo insegurança ao nossos investidores e desinteresse para se ter boas  rendas  nesse mercado tão promissor. Até por que também pelo aumento de construção e financiamento mais facilitado, com isso tendo pela parte dos vendedores grandes  aumentos nos valores de imóveis.

Apesar de alguns especialistas agregarem de forma geral, que certo aumento não estar sendo relatado pelos corretores dessas possíveis discrepância nos valores de imóveis. Onde isso não é bem assim! Mas não nego que realmente existe a falta de técnica de alguns corretores e compreensão dos proprietários ao receber avaliação do seu imóvel, que precisa respeitar minuciosamente os valores locais e os preços atuais que se tem vendido certas propriedades.

Porem aqui você saberá o caminho certo, para entender melhor como ainda investir com sabedoria em imóveis rentáveis, até por que os especialistas da área imobiliária concordam que existe vários fatores que contribuem para essa momento “bolha imobiliária”.

Primeiro passo; é analisar com calma o mercado de imóveis e observando a economia, como escreve este especialista Marcio Fenelon que concorda em termos nos gráficos econômicos mostrado no site da Empiricus a seguir;

Os primeiros sinais da virada

Segundo minhas contas, o ápice dos problemas com o setor imobiliário se dará em 2015 ou 2016, a depender do ritmo da deterioração macroeconômica.

Por que, com a devida convicção, afirmo que as coisas vão piorar?

O gráfico abaixo, organizado pelo Banco Central, mostra que os preços de imóveis residenciais dados em garantia para financiamentos mais do que quintuplicaram, saindo de uma base 100 em março de 2001 para 550 em junho de 2014.

preços em alta

Perigosamente, o principal impulso para esse salto nos preços veio do financiamento imobiliário, que também aumentou mais de cinco vezes nos últimos anos.

Em 2007, o Banco Central brasileiro apurou R$ 18 bilhões em linhas de crédito para imóveis. Em 2013, ultrapassamos os R$ 109 bilhões.

crédito em alta

Transparece um claro exagero tanto no crescimento dos preços quanto do crédito.

Exageros desse tipo podem durar por algum tempo, mas não infinitamente.

Em 2014, o descompasso entre excesso de oferta e demanda fraca chegou finalmente ao setor financeiro.

Também em clima de racionamento, a torneira dos financiamentos imobiliários diminuiu bruscamente sua vazão. Os bancos estão muito mais exigentes para concederem empréstimos, fazendo perguntas que não faziam.

Antes de aprovar o financiamento, a gerente bancária agora verifica até mesmo os gastos do seu cartão de crédito, linha por linha. E pode recusar a liberação por causa disso.

Os bancos apertaram os critérios de concessão, graças às fragilidades que vêm tomando conta da economia brasileira. Assim, aquele comprador de imóvel que costumava atender a todas as condições passou a ser rejeitado. Não há como fazer o repasse.

Essa tem sido a grande razão para o aumento recente dos distratos.

No distrato, o comprador deixa de ser dono do imóvel e a incorporadora devolve apenas uma parte do dinheiro pago, pesadamente descontado por multas e encargos.

Não é negócio para ninguém, pois o cliente sai no prejuízo e a incorporadora acumula um amplo estoque de imóveis prontos.

É justamente aí que começam as oportunidades para os investidores mais atentos.

A incorporadora que executa muitos distratos tem um belo problema na cabeça: precisa receber 100% do preço do imóvel, com urgência. Enquanto não recebe, o financiamento da construção junto ao banco continua incomodando. Isso eleva a necessidade de capital de giro e induz à pressa na revenda das unidades distratadas.

Não é à toa que estamos vendo tantos saldões de imóveis.

Dados de São Paulo fornecidos pelo Secovi mostram que o ritmo de vendas caiu e o número de meses necessários para vender o estoque cresceu sem precedentes.

Atualmente, levaria em média 13,1 meses para vender todo o estoque de unidades novas do mercado paulista. Um ano atrás, precisaríamos de 7,4 meses.

Só no estado de São Paulo, são cerca de 22 mil imóveis estocados em excesso em relação ao nível normalizado.

O segundo passo; e observar os  feirões imobiliários para aproveitar certos descontos na compra de imóveis remanescente, que pode chegar com belas condições de desconto para adquirir o imóvel. Mas cuidado e preciso observar vários fatores como; tempo de financiamento, se o imóvel se pagará ao alugar e como se comporta a demanda onde o imóvel está sendo adquirido.

O terceiro e ultimo; e muito importante você ter um profissional da área que de preferencia seja corretor avaliador, para lhe dar a melhor direção em venda ou aluguel do seu imóvel, pois este ano de 2015 e 2016 terá muito imóvel que tem certo preço  que será levado a uma redução de valor. Então aqueles que estão aguardando essa oportunidade, poderá investir e ter boa rentabilidade.

Gostou desse tema de vários que vamos abordar aqui no blog do seu consultor de imóveis?

Faça uma consulta para ter a melhor direção na compra do seu primeiro imóvel ou investimento, a primeira consulta e grátis! entre em contato conosco pelos telefones (92) 98142-7797/ 99240-6801 ou pelo E-mail carl.alecrimimoveis@gmail.com .

Clique aqui para ter acesso ao assunto completo do especialista Marcio Fenelon da Empiricus.

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